Monitoramento do contencioso · Grupo econômico · TRT-1 RJ
0processos monitorados

Inteligência operacional para o contencioso trabalhista do Hospital Semiu.

Riscos, relatórios e Copilot jurídico com resposta fundamentada em fontes.
AMOSTRA · grupo econômico Alvim & Almeida / SEMIU (TRT-1) · indicadores em visão global; selecione um processo para individualizar

◧Carteira

Riscos prioritários · evidências com trecho citado

O que mudou desde a sua última visita · marco de leitura deste navegador

Leitura da carteira · lida dos andamentos do tribunal

Leitura executiva


Flags por tipo (regras do cliente)

Etiquetas objetivas aplicadas sobre o volume do grupo. Clique numa flag para recortar os processos.


Flags personalizadas

Crie os seus próprios critérios de alerta a partir dos campos do processo — sem esperar um deploy. Ficam salvas neste navegador; você pode editar ou remover quando quiser.


◑Analytics

Os agregados da carteira, reunidos. Todos acompanham os filtros da aba Carteira — inclusive a busca livre: um recorte ligado lá muda estes números, e cada cartão declara o escopo que está contando.

Central de controle

Saúde operacional: build, banco, Copilot, filas e maturidade documental.

Carregando saúde operacional…


Maturidade documental

Funil vivo dos documentos: fornecedor, bytes guardados, texto extraído, OCR e próximas ações.

Carregando funil documental…


Passivo por processo


Concentração por advogado

Uma caixa, sete recortes. Escolha na lista o tipo de informação e filtre por nome ou OAB — a caixa mostra dez linhas e rola por dentro. Clique num advogado para ver os processos dele. Cada recorte declara o próprio escopo: os de categoria e polo descrevem a carteira inteira; Todos e a matriz por ano acompanham os filtros da aba Carteira.


IDPJ — desconsideração da personalidade jurídica

▤Processo

◎ Consulta processual Judit o diferencial

Autos completos, partes e valor real da causa de qualquer processo por CNJ — a consulta premium que diferencia a plataforma.


Processo inicial

O que está acontecendo neste processo

Partes do processo

Fontes e validação

Judit (contratada)
Partes, advogados, valor da causa, andamentos e o índice das peças dos autos.
Datajud/CNJ
Registro oficial do CNJ: capa e movimentos com o código TPU.
DJEN/CNJ
Publicações oficiais e a data de disponibilização, de que o prazo depende.

Linha do tempo das movimentações

Publicações no Diário Oficial (DJEN/CNJ)

Monitoramento de intimações e publicações na fonte oficial pública do CNJ — em tempo real, sem custo de API.

Segue o processo selecionado no funil — ou troque o tipo de busca (processo, OAB ou tribunal).

▦Ferramentas

Relatório trabalhista

Saída na ordem e nos nomes da planilha padrão final enviada pelo cliente (12 colunas dele + “Flags identificadas”). Campos sem fonte permanecem como pendentes, nunca inventados.

Calculadora trabalhista (correção em 3 fases)

Regime da ADC 58 (STF) e da Lei 14.905/2024: IPCA-E + TRD até o ajuizamento · SELIC isolada até 29/08/2024 · IPCA + taxa legal a partir de 30/08/2024. Índices BACEN em tempo real.

Acréscimos — marque apenas se os pressupostos já ocorreram

Valor e data preenchidos com o do processo do funil — ajuste se quiser. A data usa o calendário no formato brasileiro (DD/MM/AAAA).

Busca direta por documento ou OAB

Se você já conhece o dado, busque direto: OAB do advogado, CPF/CNPJ de qualquer parte (reclamante ou réu do grupo), ou tag do cliente. Busca exata sobre o cadastro (sem depender de IA).

Exemplos: OAB 84919 · CNPJ 04.535.903/0001-28 (Semiu Gestão) · CPF 167.095.557-55

Informe um documento ou OAB e clique em Buscar — ou escolha um advogado na lista acima.

Lacunas de cadastro — réus sem CPF/CNPJ

Réus do polo passivo que aparecem nos processos mas ainda não têm CNPJ/CPF cadastrado. Sem o documento, não é possível buscá-los. Preencha e envie ao jurídico para completar a base e habilitar a busca por essas entidades.

Carregando lacunas…

☰Ajuda

O que este painel é

O monitoramento do contencioso trabalhista do grupo econômico Hospital Semiu: 1.288 processos, quase todos no TRT-1 (Rio). Substitui o controle manual em planilha por extração automatizada, análise e consulta.

O que ele NÃO é
Não é parecer jurídico nem substitui revisão humana. As flags apontam onde olhar; a conclusão é do advogado. Onde falta dado, a tela diz “pendente” — nunca preenchemos com estimativa disfarçada de fato.

Precisão dos dados hoje (medido em 20.09.2026): a base tem 1.288 processos com snapshot/linha de acompanhamento, mas a profundidade não é binária. O lote novo de 50 já entrou no L1/L2 da Judit; 18 desses 50 já têm arquivos de peças guardados, com 178 peças, 154 textos extraídos, cerca de 36 MB de PDFs e 1.014.434 caracteres pesquisáveis. Fora desse lote, há 29 processos com peças guardadas, 1.484 peças, 1.009 textos, cerca de 381 MB e 6.194.687 caracteres. A tela agora separa estes níveis para não misturar capa, índice, arquivo e texto pesquisável.

  • Listagem — capa/dados básicos: suficiente para contagem e acompanhamento, insuficiente para concluir mérito.
  • Judit estruturado — snapshot com processo, partes e andamentos.
  • Captura paga — consulta com anexos adquirida: índice das peças existe, ainda que o arquivo não esteja todo guardado.
  • Peças baixadas — bytes dos documentos estão na nossa base.
  • Texto extraído — peças pesquisáveis, prontas para busca, Copilot e inteligência de dados.
  • OCR pendente — há arquivo, mas sem camada de texto; precisa OCR antes de virar conhecimento pesquisável.

Essa escala é a base da inteligência proprietária: primeiro preserva o dado bruto e a prova, depois cria texto pesquisável, extrações, métricas e automações. Campo vazio numa faixa rasa significa “não apurado aqui”, não “não existe”.

Como o fluxo entrega valor

Cada passo é clicável e leva ao bloco correspondente.

1. Entidades ›CNPJs e CPFs/pessoas vinculadas monitorados.
2. Processos ›CNJ, movimentações e dados extraídos.
3. Flags ›Sinais de risco com fonte e revisão humana.
4. Chat/relatório ›Consulta conversacional e saída tabular.

Aba por aba

AbaPara que serve
◧ CarteiraOs números do grupo e o que está acontecendo AGORA: valor global da causa, passivo já confirmado, valor em aberto, riscos prioritários, a leitura da carteira em texto, o que mudou desde a sua última visita, as flags tipadas 01-04 e as flags personalizadas (as que você mesmo cria). As duas caixas de flag ficam aqui, e não no Analytics, por um motivo: elas não são leitura, são controle — clicar numa delas recorta o painel inteiro, e controle fica onde se opera.
▤ ProcessoUm processo por vez: partes, fontes de dado e a linha do tempo. Clicar num andamento traz o conteúdo integral daquela data e os documentos catalogados nela. Aqui também ficam a consulta por CNJ na Judit — paga sob demanda, com teto de custo (acima de R$ 1,00 pede confirmação e nunca varre a carteira inteira) — e as publicações oficiais do Diário (DJEN) daquele processo.
▦ FerramentasO que não é panorama nem processo. Relatório na ordem e nos nomes da planilha padrão final do cliente — as 12 colunas dele, de “Número do Processo” a “Valor de condenação”, mais “Flags identificadas” no fim; campos sem fonte ficam como pendente, jamais inventados, e dá para baixar. Calculadora de correção e juros no regime de 3 fases que a Justiça do Trabalho aplica (ADC 58 + Lei 14.905/2024). Busca direta por OAB, CPF/CNPJ ou tag, e as lacunas de cadastro (réus sem documento).
✦ Copilot jurídicoPergunte em português sobre riscos, valores, situação processual e fontes, ou peça um relatório. Ele busca na linha do tempo de 1.284 processos e no texto das peças já capturadas. Três coisas que ele passou a fazer: (1) contar consultando o banco — “quantas publicações chegaram hoje” é contagem, e ele executa a consulta em vez de responder por semelhança; (2) abrir o documento — peça “mostre a procuração do processo X” e ele lista as peças dos autos com link para abrir o arquivo quando os bytes estão guardados aqui, dizendo quando não estão; (3) ler a publicação — peça o texto de uma publicação do DJEN e ele traz o inteiro teor da comunicação, avisando quando o trecho é maior do que o que coube. Também dá para ditar a pergunta: o botão 🎙 ao lado de “Enviar” usa o reconhecimento de voz do próprio navegador — o áudio não sai do seu computador e não tem custo. Ele aparece só onde o navegador oferece o recurso (Chrome e Edge o oferecem; o Firefox não), e nunca envia sozinho: o texto cai no campo para você conferir antes de perguntar. Se o seu navegador não oferecer o botão — ou se você preferir que o áudio não saia do computador de jeito nenhum — use o Handy (handy.computer): é um aplicativo gratuito e de código aberto que transcreve localmente, com atalho de teclado, e escreve direto no campo de qualquer programa. Funciona com o Copilot sem nenhuma configuração: clique na caixa de pergunta, aperte o atalho e fale. (4) devolver a LISTA, e não só o parágrafo — quando a resposta vem de uma consulta ao banco (publicações de um período, peças de um processo), a tabela aparece logo abaixo do texto, com Baixar CSV e Aplicar no painel. Essas linhas são a saída da consulta, não o texto do assistente reescrito: se ele errar um número na frase, a tabela ao lado o desmente. Quando a consulta roda e não acha nada, a tabela aparece vazia dizendo isso — “não há” e “não procurei” não podem ter a mesma tela. As respostas citam a origem e admitem quando o dado não existe — veja em “Limites conhecidos” o que ele responde e o que ainda não.
◑ AnalyticsOs agregados, reunidos: passivo por processo, concentração por advogado × ano no formato pedido em 13/07, IDPJ (pedidos e desfechos lidos dos andamentos) e a caixa única de advogados. Esta última substituiu (18/09) as sete tabelas que existiam antes: escolha no seletor tipo de informação — litiga contra o grupo, patrono do grupo, patrono de corréu de fora, polo ativo, polo passivo, todos ou a matriz por ano —, filtre por nome ou OAB (a busca acha também pelas outras grafias do mesmo nome, que o tribunal escreve de até três formas) e clique num advogado para ver os processos dele. A caixa mostra dez linhas e rola por dentro. Atenção ao selo de escopo de cada recorte: categoria e polo descrevem a carteira inteira e não seguem os filtros; todos e a matriz por ano seguem. E quando o recorte tem mais advogados do que o estado publica, a caixa diz “carregados N de M” — a busca varre apenas os carregados. Os demais cartões acompanham os filtros da Carteira, inclusive a busca livre. Ligar um recorte lá e vir para cá mostra estes números já recortados, e cada cartão declara o escopo que está contando. O gráfico do topo tem sete séries — passivo por processo, advogados por nº de processos, varas, ano de distribuição, empresa do grupo, sinal em texto e red flag —, escolhidas no seletor Série; o seletor Mostrar vai de 8 linhas até todas, dentro de uma caixa que rola, e o rodapé diz quantas de quantas você está vendo. O botão ⤓ CSV baixa a série inteira, não só o que está na tela. As sete são recontadas sobre o recorte ativo — é por isso que mudam quando você filtra.
? Tour guiadoReabre a apresentação passo a passo do painel, a qualquer momento.
⚙ AdminQuem tem acesso ao painel, o cadastro de quem recebe as notificações por e-mail e as chaves de integração. Nesta última você pode usar a sua própria chave (BYOK) da Judit, da Anthropic ou da OpenAI: o consumo passa a ser cobrado direto na sua conta com o fornecedor. A chave é conferida no envio — se o fornecedor recusar, ela não é salva e a tela diz o motivo, em vez de o erro aparecer de madrugada dentro de uma coleta; a conferência não gasta nada. O valor fica cifrado e nunca volta para a tela (você vê só os quatro últimos caracteres). E há um comportamento deliberado que vale conhecer: com “usar a minha chave” ligado e a credencial ausente ou inválida, aquela integração para em vez de voltar a consumir a conta da Pareto — a tela avisa quando isso acontece. Consulta ao Datajud e ao DJEN não tem chave: são fontes públicas e gratuitas.

Como usar bem

As red flags ficam logo abaixo dos filtros, e cada uma é um botão. Clicar numa delas recorta o painel inteiro — cards, gráfico, concentração por advogado, IDPJ, lista e relatórios — do mesmo modo que qualquer outro filtro; clicar de novo, ou no ✕ remover recorte ao lado, desfaz. Flag sem nenhum processo no escopo não vira botão: um recorte que zera a tela é indistinguível de defeito. O card “Flags por tipo”, mais abaixo, é o mesmo controle com mais detalhe — ele mostra a regra de cada flag ao passar o mouse. Os dois compartilham o mesmo estado, então ligar numa liga na outra.

A busca livre é por onde se começa quando não se sabe em qual filtro procurar. A caixa Buscar, no início da barra de filtros, recorta enquanto você digita e procura nos campos que a lista mostra: CNJ (com ou sem pontuação — colar o número de outro sistema funciona), reclamante, advogado (qualquer um do processo, não só o exibido), vara, classe e reclamada. Ignora acento e maiúscula: joao conceicao acha JOÃO CONCEIÇÃO. A tecla / leva o cursor para lá de qualquer ponto da aba, e Esc limpa e sai. Ela não procura dentro dos andamentos: se procurasse, uma palavra como “penhora” casaria com centenas de processos por uma linha de movimentação antiga, e o resultado deixaria de responder à sua pergunta — para isso existem o filtro Sinal e o Copilot. E o número do processo tem um botão de copiar (⧉, ao lado do CNJ na ficha), porque selecionar 25 caracteres pontuados dentro de uma tabela erra com frequência.

"O que mudou desde a sua última visita" responde a pergunta do acompanhamento. Na Visão executiva, o cartão lista os processos que tiveram andamento novo desde o seu último marco de leitura, com a data e os sinais de cada um. Três coisas que ele diz na cara, porque mudam como se lê o número: (1) o marco fica neste navegador — não é sincronizado entre celular e computador, e não é a mesma coisa que o vigia diário do servidor, que vale para todo mundo; (2) na primeira vez ele diz que não há marco, em vez de dizer "0 novos" — não ter referência não é o mesmo que nada ter acontecido; (3) o marco só avança quando você clica em “Marcar tudo como lido”. Se avançasse ao abrir a aba, quem abrisse a aplicação e fosse atender o telefone perderia a novidade por ter aberto. E "novo" é medido pelo andamento do tribunal, nunca pelo sinal: os sinais são recalculados a cada rodada, e uma melhoria no motor faria o cartão anunciar mudança num dia em que só o nosso código mudou.

Os filtros valem para o painel inteiro — todos os quatorze. A busca livre, advogado, réu/CNPJ-CPF, IDPJ, vara, profundidade do dado, sinal, tipo de ação, faixa de valor, “⚑ só com flags”, tipo de risco, flag tipada 01-04, flag personalizada e a lista de processos que o Copilot devolveu (botão “Aplicar no painel” abaixo da tabela de uma resposta — é o único filtro sem menu próprio, porque ele nasce de uma pergunta): qualquer um deles recorta a tela toda, não só a lista — cards do topo, gráfico de passivo, concentração por advogado (inclusive a matriz por ano), IDPJ, aba Relatório e os relatórios do Copilot. Cada opção dos menus traz, entre parênteses, quantos processos ela alcança — inclusive profundidade, IDPJ e faixa de valor, que antes não traziam. O número é sempre sobre o grupo inteiro, não sobre o recorte que você já tem: é a mesma convenção dos demais menus, e duas formas de contar na mesma barra deixariam você sem saber qual está lendo. Para saber o que sobra dentro do recorte atual, a faixa acima da lista é que responde. O botão ✕ Limpar filtros devolve tudo ao estado original, inclusive a busca de evidência. A faixa acima da lista diz quando você está num recorte (“recorte de 109 de 1288”) e cada recorte ativo tem seu próprio ✕ remover. Quando há mais de um filtro ligado, a contagem compara com o recorte anterior, não com a base: “0 de 103 do recorte atual (1288 na base)” diz qual critério zerou a lista.

Flags personalizadas (2026-08-04). No cartão “Flags personalizadas” (Visão executiva), você cria os seus próprios critérios de alerta — um campo do processo (valor da causa, teve condenação, quantidade de certidões, classe, vara, entidades vinculadas), um operador e um valor — sem esperar nenhum deploy. Clique num cartão para recortar a tela por ele, como as flags tipadas. Ficam salvas neste navegador (não sincronizam entre máquinas); use ✎ editar ou ✕ remover para ajustar quando quiser. Vêm 2 sugestões já cadastradas (valor da causa alto, já houve condenação) — critério provisório, não é a curadoria oficial do cliente (essa segue em config/flags-tipadas.json, git-versionada); apague-as ou troque o valor livremente.

Quanto sabemos de cada processo — a etiqueta ao lado do número. Cada processo da lista traz um selo que diz até onde a nossa base chegou, e não o que o processo vale. São seis níveis: Listagem, Judit estruturado, Captura paga, Peças baixadas, Texto extraído e OCR pendente. Passe o mouse sobre o selo para ler o que ele significa; a ficha do processo repete a informação por extenso. O filtro Profundidade permite isolar uma camada e recorta o painel inteiro, como os demais.

Listagem não quer dizer “tudo certo” nem “pouco importante”. Num processo em faixa rasa, campo vazio significa não sabemos nesta camada, não não existe: ausência de condenação registrada não é ausência de condenação. E o selo não ordena relevância — ele descreve a profundidade operacional do dado. Os selos se atualizam sozinhos conforme o banco recebe índice, arquivo e texto: nada é lista fixa, nenhum processo precisa ser marcado à mão.

Onde aparece “—” em vez de zero. Em IDPJ concedidos e IDPJ negados, quando há filtro ou processo selecionado, a tela mostra —, não 0: o resultado do incidente vem do funil do grupo e ainda não é atribuível a um processo específico (depende da decisão do IDPJ no inteiro teor). Os pedidos, sim, são contados processo a processo. Zero significaria “nenhum concedido”, que é afirmação diferente de “não apurável aqui”.

Quando a consulta demora ou falha. Toda consulta agora tem prazo: se passar de 20 segundos sem resposta, ela é interrompida e a tela diz isso — antes ficava em "Consultando…" para sempre, sem erro e sem saída. Os botões de consulta ficam desabilitados enquanto a busca está em curso; isso importa na Judit, que é paga por consulta: sem a trava, clicar duas vezes cobrava duas vezes. E quando o servidor responde com erro, a tela mostra o motivo em vez de um texto técnico ou de um resultado vazio que parece "nada encontrado".

Enter funciona em todos os campos. Nos campos de consulta — CNJ da Judit, processo do DJEN, valor e datas da calculadora, busca por documento — pressionar Enter dispara a ação, sem precisar ir até o botão.

A calculadora usa três fases, não uma taxa só. A Justiça do Trabalho não corrige o crédito por um índice único: até o ajuizamento vale IPCA-E mais os juros da TR; do ajuizamento até 29/08/2024 vale a SELIC sozinha (ela já embute juros e correção, e por isso não pode ser somada a outro índice); de 30/08/2024 em diante vale IPCA mais a taxa legal, e se o IPCA superar a SELIC o crédito não é reduzido. Por isso a tela pede duas datas: o início da correção (o fato gerador) e a data de ajuizamento, que é o que separa a primeira fase da segunda. O resultado mostra cada fase aplicada, com o período e o fator — para você conferir de onde saiu o número.

Multa e honorários só entram se você marcar. A multa de 10% do art. 523 §1º do CPC só é devida depois do trânsito em julgado, da intimação para pagamento e de 15 dias sem pagamento. Como isso pode não ter acontecido no seu caso, ela não vem somada por padrão — marque a caixa apenas quando os pressupostos já ocorrerem. Sem marcar, o valor exibido é o principal corrigido, que é o que se pode afirmar.

“Valor global da causa” é o valor pedido. É a soma do que foi pedido nas iniciais — não uma estimativa de quanto o grupo vai pagar. Serve para dimensionar a demanda. Quanto já virou obrigação está em Passivo confirmado, e o que segue em disputa, em Em aberto.

“Passivo confirmado” soma o VALOR DE CONDENAÇÃO, e ele existe em 3 processos — o que não significa que os outros não foram lidos. Os demais têm advogado, valor de causa, andamentos e sinais: o que falta neles é o valor da condenação, não a leitura. E a causa é jurídica, não de coleta: 578 processos já estão em sentença ou fase posterior (sentença, trânsito em julgado/acordo, execução), mas a sentença trabalhista típica é ilíquida — ela condena em obrigações e o valor só passa a existir depois da liquidação. A redação anterior dizia que “nos demais não há desfecho registrado”, e isso era falso para esses 578: eles têm desfecho declarado pelo próprio tribunal. Medido em 11.09.2026, ler as sentenças que já temos não muda esse número: das 113 peças decisórias com texto (19 processos), 40 têm dispositivo reconhecível — 16 improcedentes, 5 parcialmente procedentes, 2 com condenação e nenhuma com valor arbitrado, porque a sentença trabalhista típica é ilíquida (condena em obrigações a apurar depois, na liquidação). Pela mesma razão, “Em aberto” é valor pedido nos processos sem desfecho lido, não exposição estimada.

As listas longas ficam em caixas que rolam por dentro. A concentração por advogado e a lista de advogados da aba Buscar mostram cerca de dez linhas e rolam dentro do próprio quadro, como já acontecia com a relação de processos. O total aparece fora da caixa (“Mostrando 10 de 1.174”), para você saber o tamanho da lista sem precisar rolar. Antes disso a Visão executiva tinha 54.047 pixels de altura — cerca de sessenta telas — e a matriz por advogado respondia por 93% disso. Nada foi removido: os mesmos advogados continuam todos ali, e os filtros continuam recortando a lista inteira, não só o que está à vista.

Grupo econômico deixou de bastar — e o painel diz isso. Desde o Tema 1.232 do STF (RE 1.387.795), pertencer ao mesmo grupo econômico não é suficiente para redirecionar a execução contra outra empresa: é preciso demonstrar abuso da personalidade (art. 50 do Código Civil) ou sucessão (art. 448-A da CLT). Na prática, o número de processos com flag de grupo econômico (344) mede exposição possível, não passivo provável. E o fundamento de cada incidente deixou de ser desconhecido em 09.09.2026: com o texto das peças já extraído, o painel lê nas decisões quando o incidente invoca o art. 50 do Código Civil, a sucessão do art. 448-A da CLT ou a teoria maior — e distingue isso de citar apenas o rito do art. 855-A da CLT, que diz como o incidente correu e não por que foi deferido. Onde o texto ainda não foi extraído, a tela continua dizendo que o fundamento não consta, em vez de supor. Petição inicial e contestação seguem fora: são peças da parte, não vão ao Diário de Justiça.

O percentual de IDPJ é sobre os processos examinados. Pedido de IDPJ só aparece onde o inteiro teor foi lido, porque a petição do incidente é peça dos autos. Então o card divide os pedidos pelos processos já examinados (hoje 107), não pelos 1.288 — dividir pelo total diria “0,2%” quando a incidência medida é 2,8%. O card mostra os dois números, e a ressalva desaparece sozinha quando a extração cobrir a base inteira.

Inteiro teor das peças — o que dá para ler hoje. Ao clicar num andamento você vê os documentos daquela data e, clicando num deles, a ficha da peça (tipo, nome do arquivo nos autos, data). O índice informa quais peças existem; o arquivo prova que a peça foi baixada; o texto extraído torna a peça pesquisável. A tela não colapsa esses três fatos num único “tem teor”. Peça marcada como “ver o arquivo ↗” abre o documento guardado na nossa base; peça disponível na Judit existe no fornecedor e ainda pode ser baixada sem nova compra; peça só indexada exige nova captura paga do processo; peça sem camada de texto entra como OCR pendente. Quando faltar algo, a tela diz qual camada falta — nunca deixa parecer falha genérica.

Os sinais: o que está acontecendo em cada processo, em texto. Na ficha do processo, o bloco “O que está acontecendo neste processo” traz uma frase por ocorrência, com data e fonte, lida dos andamentos do tribunal — nada é escrito por modelo de linguagem. São seis: IDPJ (incidente de desconsideração da personalidade jurídica, com o desfecho e a data), suspensão e o seu inverso “DESPERTOU” (a suspensão foi revogada e o processo voltou a andar), constrição patrimonial (penhora, bloqueio bancário via SISBAJUD, restrição de veículo no Renajud, indisponibilidade de imóvel na CNIB), recuperação judicial no polo, o perímetro do Tema 1.232 e o fundamento do incidente. Na lista, a coluna Sinal resume em etiquetas curtas e o filtro Sinal recorta o painel inteiro. O cartão “Leitura da carteira”, na Visão executiva, diz o mesmo sobre o grupo todo — e declara que descreve a base inteira, não o recorte de filtros. E cada frase mostra de onde veio: abaixo dela há o link “Por que este processo tem esta flag?”, que abre o trecho do registro que a gerou — o texto do andamento como o tribunal escreveu, com a data, ou o nome da parte quando o sinal é a recuperação judicial. A constrição traz um trecho por tipo, porque penhora e bloqueio bancário são atos diferentes. Duas frases não têm trecho, de propósito: o Tema 1.232 é derivado (incidente + fase de execução) e a fase não é um andamento, então citar o andamento do incidente provaria só metade; e o fundamento vem do texto das peças, que a frase já identifica. Trecho longo é cortado com “…” — o corte é sempre visível.

"Advogados que mais litigam contra o grupo" — e por que a lista somada responde outra pergunta. A concentração por advogado, somando os dois polos, é liderada pelos patronos da própria defesa: medido em 09.09.2026, os três primeiros aparecem em 966, 960 e 915 processos no polo PASSIVO, contra 41 a 59 no polo ativo. O número é alto e plausível, e responde "quem mais aparece nos processos" — não "quem litiga contra". Por isso o cartão traz um recorte por polo, e a diferença de forma confirma a leitura — são 980 advogados do lado do reclamante, com média de 1,8 processos cada (um advogado por reclamante), contra 230 do lado da defesa com média de 17,4 (bancas). O polo vem do próprio dado: o advogado é informado dentro da parte, e a parte tem o polo. Cerca de 4% dos vínculos não resolvem o polo e ficam fora dos dois recortes — parte com nome ocultado pela Res. 121 do CNJ, advogado que o tribunal não vinculou a nenhuma parte, ou o mesmo advogado atuando nos dois polos (o que acontece em incidente em que o grupo é requerente). Empurrá-los para um lado inventaria a resposta.

As red flags que a empresa nomeou como prioritárias — e o que cada uma passou a medir. Na ficha do processo, abaixo dos sinais, o bloco “Red flags prioritárias” traz as três que o João Gabriel listou. F04 · Entidade sensível: o processo menciona o CPF dele ou o CNPJ da DACONIA. A conferência é por documento, e a tela diz quando a marcação veio só do nome — menção por nome é indício, não prova de identidade. Até 18.09.2026 a regra era o texto “gabriel” e marcava 96 processos; “João Gabriel” aparece em 2 e o CPF dele em nenhum, ou seja, 94 eram reclamantes homônimos. F03 · Bem imóvel: ato concreto sobre imóvel nos andamentos — indisponibilidade/CNIB, imóvel identificado por matrícula, penhora, arrematação, adjudicação, hasta, leilão ou hipoteca. A flag não conta as menções de texto-padrão de despacho (“no caso de indicação de bem imóvel, deverá juntar certidão do RGI”), e o número dessas menções descartadas aparece ao lado, para você poder discordar do corte. O qualificador “dos sócios” não entra na verdade da flag: o andamento diz “imóvel de propriedade dos executados” sem nomear o proprietário, e o executado pode ser a empresa — a ficha informa, em separado, se há sócio do registro no polo passivo daquele processo. F01 · IDPJ que alcança sócio: processo com incidente de desconsideração que tem uma das seis pessoas físicas do registro no polo passivo. A presença dela no polo passivo é fato do cadastro; contra quem o incidente foi dirigido não está declarado no andamento, e a frase diz isso.

E o polo sozinho ainda não responde: quem litiga contra é quem está no lado OPOSTO ao do grupo. Medido em 18.09.2026 sobre os 1.288 processos: em 69 o próprio grupo é quem está no polo ativo (agravante, recorrente ou autor) e em 55 ele está nos dois lados, por causa de recursos cruzados. Traduzir “litiga contra” por “polo ativo” portanto inverte a resposta nesses casos — são 218 vínculos que apareciam como adversários e são patronos do próprio grupo, e 105 adversários que ficavam de fora por estarem no polo passivo. Por isso o cartão passou a separar por categoria, que é a posição relativa ao grupo em cada processo: litiga contra o grupo, patrono do grupo e patrono de corréu de fora do grupo. A terceira existe porque o polo passivo tem 27 CNPJs distintos e só 4 são empresas do grupo: o advogado de um corréu de fora está do mesmo lado na forma, mas é quem costuma sustentar que a responsabilidade é do Semiu. Quem o grupo é vem do registro das 12 entidades de controle, casado pelo CNPJ/CPF da parte. E há uma quarta categoria explícita, “não resolvido”, com 750 de 6.228 vínculos e o motivo declarado em cada caso — grupo nos dois polos, advogado que o tribunal não vinculou a parte, nome de parte que aparece nos dois lados, ou parte cujo nome foi ocultado pela Res. 121 e não pôde ser identificada. Nenhum deles é empurrado para um lado: num relatório de negociação, chamar de adversário quem defende a empresa é pior que declarar a lacuna.

O advogado consta da procuração? A conferência é por número de OAB. A ficha traz a linha Procuração com quantos advogados tiveram a inscrição confirmada no texto da outorga, e o bloco de sinais explica o resultado. A comparação é feita pelo número de OAB e nunca pelo nome — o tribunal e a procuração escrevem a mesma pessoa de formas diferentes (nome de solteira e de casada, por exemplo), e comparar nomes diria "não consta" para quem consta. E o que aparece só na outorga é informação, não erro: inscrição que está na procuração e não entre os patronos que o tribunal vinculou à parte costuma ser advogado outorgado que o cadastro do processo não registrou. Não localizar uma inscrição NÃO significa ausência de poderes, e a tela diz isso: a outorga pode estar num substabelecimento que ainda não foi capturado, a peça pode ser imagem escaneada sem texto legível (13 das 48 procurações da base), ou o documento pode identificar o procurador por nome e CPF sem citar o número. Quando não há peça de outorga com texto, a tela não conclui nada — e diz que não concluiu.

Prazo: dizemos quando ele COMEÇA, não quando vence — e a diferença é deliberada. A ficha mostra a data de disponibilização no DJEN, que é o único campo da base que fundamenta prazo, e o bloco de sinais traz o termo inicial estimado: considera-se publicado no primeiro dia útil seguinte à disponibilização (art. 224 §2º do CPC) e o prazo começa a correr no dia útil seguinte a esse (art. 224 §3º), contado em dias úteis (art. 775 da CLT). O calendário considera fins de semana, feriados nacionais fixos e o recesso de 20/12 a 20/01 (art. 775-A da CLT) — e não considera feriados móveis (Carnaval, Corpus Christi), estaduais, municipais nem suspensões por portaria do tribunal, por isso o termo inicial aparece como estimado. O vencimento não é calculado, e isso não é limitação técnica: calcular exigiria saber qual ato foi praticado, qual a extensão do prazo daquele ato e quem foi intimado — três coisas que a publicação não diz. Uma data de vencimento inventada seria a informação mais perigosa desta tela, porque é sobre ela que se age.

Duas ausências diferentes, e a tela não as confunde. “Nenhum sinal identificado” quer dizer que a leitura rodou e não achou ocorrência. “Ainda não passou pela leitura de sinais” quer dizer que os andamentos daquele processo não estão na base — e são coisas distintas: a primeira é resposta, a segunda é ausência de pergunta.

No IDPJ, quem é o alvo NÃO está provado — e a frase diz isso. O andamento do tribunal nomeia a parte citada no incidente sem indicar o polo: a lista real mistura empresas do grupo, controladores, o Ministério Público do Trabalho e nomes que parecem reclamantes. Por isso cada frase de IDPJ carrega, no próprio texto, a ressalva “polo a confirmar”. Saber quem é alvo e quem é requerente exige ler a peça do incidente.

Evidência citável ≠ flag contada. As flags dos cards e da lista vêm do cadastro e seguem o recorte. Já o trecho citado de “Riscos prioritários” só existe onde o inteiro teor foi lido — então, num recorte que não inclua esses processos, o card avisa de onde as evidências vêm em vez de fingir que acompanham o filtro.

Teclado. As janelas laterais (evidência, andamento, peça dos autos) abrem com o foco dentro delas, o Tab circula só pelo conteúdo da janela, Esc fecha e o foco volta para o item que você clicou — sem perder o lugar numa lista de 1.288 linhas.

Um processo por vez. Selecionar um processo faz toda a aplicação falar só dele. Para voltar aos 1.288, use o dropdown em “Todos os processos”, o link “↩ ver todos” ou o botão “← Voltar”.

Clique nos andamentos. Na linha do tempo, cada andamento abre o texto integral daquela data quando ele existe — e a lista de peças dos autos daquele dia. Quando não existe, a tela explica o motivo em vez de ficar em branco.

O filtro de réu mostra o CNPJ/CPF. Em Réu/CNPJ-CPF, cada reclamada do seu grupo aparece como nome — documento (ex.: “HGP — 18.571.407/0001-34”), e as 12 entidades de controle vêm no topo da lista; terceiros que apareçam no polo passivo entram depois, só com o nome, porque a Listagem de certidões não informa o documento deles.

Os filtros acompanham o dado. As opções de Tipo, Advogado, Réu/CNPJ-CPF e Vara não são listas fixas: saem dos processos que existem na base, com a contagem entre parênteses, e se atualizam sozinhas quando entra dado novo — por API, pelo cron ou por cadastro de usuário autorizado. Se o item que você tinha selecionado deixar de existir, o filtro se limpa em vez de manter um recorte vazio.

Por que o filtro de Advogado tem poucos nomes. O advogado só existe onde a Judit já foi consultada — o próprio rótulo “Todos” diz a cobertura, e é ele que vale, não um número escrito aqui. Não é lista fixa: cada processo enriquecido acrescenta o patrono ao filtro.

A matriz conta APARIÇÕES, não processos, e conta PESSOAS, não linhas. Um processo com quatro co-patronos aparece na linha de cada um deles — por isso a soma da coluna pode passar do número de processos, e a nota abaixo da matriz repete isso. E quando o tribunal escreve o mesmo advogado de duas formas (nome de solteira e de casada, ou OAB mascarada e completa), as duas viram uma única linha: a identidade é o CPF ou a OAB, nunca o nome. Sem isso, quem move 51 ações apareceria com 47 numa linha e 4 noutra — e deixaria de ser o primeiro do ranking de concentração.

A etiqueta ao lado do nome do advogado diz DE ONDE ele veio — e isso existe porque as fontes não afirmam a mesma coisa:

  • patrono — quem representa a parte, conforme as peças dos autos. É a resposta direta para “quem defende este reclamante”.
  • intimado — quem foi intimado na publicação do Diário. Costuma ser o mesmo patrono, mas um substituto ou correspondente que recebeu uma intimação isolada apareceria aqui. Confira nos autos antes de atribuir responsabilidade a um nome com esta etiqueta.
  • informado — nome que veio no cadastro fornecido pela empresa, sem conferência em fonte oficial.
  • peça lida — extraído da linha “ADVOGADO:” da peça aberta na tela.

Passe o mouse sobre a etiqueta para ler a ressalva completa. Ela também sai no relatório em PDF, em texto, com nota de rodapé — porque o PDF circula por e-mail e é onde a ressalva mais precisa viajar junto do dado. Onde não sabemos a procedência, o nome aparece sem etiqueta: preferimos não afirmar a afirmar errado.

Um processo pode ter mais de um advogado — e isso é o normal. A procuração (instrumento de mandato) costuma outorgar poderes a vários advogados, em geral sócios e associados da mesma banca, e mais de um pode receber intimação no mesmo processo. Por isso a coluna mostra +N ao lado do nome quando há co-patronos: passe o mouse para ver todos. O filtro de Advogado encontra o processo por qualquer um deles.

O sinal ⇄ indica troca de patrono. O cliente pode trocar de advogado no curso do processo — por desentendimento, falecimento do patrono, entre outras razões. Quando quem é intimado hoje não é quem foi intimado na primeira publicação, a lista marca ⇄. O nome exibido é sempre o atual; o anterior continua no histórico e continua encontrável pelo filtro, porque a pergunta “quais processos este advogado moveu” também vale para quem saiu do caso.

O que ainda não fazemos, e é bom saber: a conferência definitiva de quem tem poderes é contra a procuração e os termos de substabelecimento juntados aos autos — inclusive a distinção entre substabelecimento com e sem reserva de iguais poderes. Isso depende do texto das peças, que hoje não temos (temos o índice dos autos, não os documentos). Também não agrupamos advogados por escritório: vários nomes com OABs distintas podem ser a mesma banca, e inferir isso por semelhança de nome seria chute. Os dois pontos estão registrados como pendências, não esquecidos.

A tabela de IDPJ cobre as 12 entidades de controle. Aparecem as 6 empresas e as 6 pessoas da sua lista, com o CNPJ/CPF ao lado, mesmo quando ainda não há pedido de IDPJ contra elas — “nenhum pedido contra a Semiu Gestão” é informação, e uma linha que desaparece não diz isso. Os números do funil (pedidos, concedidos, negados) dependem do inteiro teor de cada processo.

Tipos de ação com zero também aparecem. A carteira hoje é 100% trabalhista, mas o filtro mostra também ação civil, criminal, previdenciária, tributária e outras naturezas, com (0). Zero quer dizer “nenhum na base”, não “não suportado” — quando entrar o primeiro, ele aparece na contagem sem que ninguém precise configurar nada.

A barra da esquerda abre com o mouse — ou fica fixa. Por padrão ela mostra só os ícones e se abre quando o ponteiro chega perto, recolhendo ao sair. Se preferir mantê-la aberta, use “Fixar aberta” no rodapé dela: o conteúdo é empurrado para a direita (nada fica coberto) e a escolha permanece nos próximos acessos, até você clicar em “Soltar”.

Ordem da barra. Primeiro as abas de trabalho (visão executiva, processo, relatório, Judit, publicações, busca); depois o Copilot jurídico; depois o Tour guiado; e por último Ajuda e Admin — que são apoio, não operação diária.

Duas portas para o Copilot. O botão “✦ Abrir o Copilot jurídico” no cartão do topo e a aba Copilot jurídico na barra da esquerda. O antigo botão flutuante saiu: ele ficava por cima do conteúdo em algumas posições de rolagem.

As movimentações do card “Autos do processo” também são clicáveis. No cartão Como o fluxo entrega valor, o passo Processos abre os autos com as últimas movimentações — e cada uma delas leva ao conteúdo integral daquela data e às peças protocoladas, igual à linha do tempo. Clicar em Distribuição, por exemplo, traz o que foi registrado na distribuição.

Clique na peça dos autos. Cada peça (PROCURAÇÃO, DESPACHO, SENTENÇA, CONTESTAÇÃO…) abre uma ficha com o tipo, o nome do arquivo como está nos autos, data e hora do protocolo, instância e o identificador na Judit. O botão “Ver este ponto na linha do tempo” volta e destaca o andamento em que aquela peça entrou no processo — é assim que se acha onde está a procuração, o contrato ou o acórdão.

O que ainda depende de alguém

Transparência do que falta, e de quem depende. A lista completa, incluindo os itens técnicos, fica em docs/PENDENCIAS.md no repositório.

PendênciaDepende de
Contratação da JuditComercial. É o que destrava valor da causa, advogado e IDPJ reais dos 1.181 processos que hoje só têm o número.
Conteúdo das red flagsCliente. O mecanismo está pronto: acrescentar uma flag é edição de configuração. Falta a curadoria de quais padrões são críticos.
Confirmação de acessoCliente. Validar o login das contas em produção — nenhum agente alcança o ambiente publicado.
Revisão de CPF novoCliente e Pareto. Quem confirma que uma pessoa física recém-aparecida no polo passivo pertence ao grupo.
Variáveis de ambiente do AdminPareto. Ação de painel; o código de autorização por papel já está em produção e testado.
Seleção de processos na notificaçãoDecisão. Hoje o e-mail cobre a carteira inteira, com o escopo dito na tela; a subscrição por recorte está desenhada e não construída.

Os dois números de flag, e por que são diferentes

“Flags no grupo” (no cartão do topo) conta as flags atribuídas aos processos do escopo em que você está: hoje 528 flags distribuídas em 344 dos 1.288 processos. Ao selecionar um processo, o rótulo muda para “Flags do processo”; ao filtrar, para “Flags no recorte” — o rótulo sempre diz o que está sendo contado.

O Copilot jurídico mostra a mesma contagem, com o mesmo escopo declarado na frase de abertura (“…no grupo”, “…no recorte atual”, “…neste processo”). Se os dois números na tela divergirem, é defeito — não diferença de critério.

“Evidências” (em Riscos prioritários e na Leitura executiva) é outra coisa: são os 181 cartões que trazem o trecho citado do processo. Eles só existem onde o inteiro teor foi baixado — por isso são bem menos que as flags. Uma flag diz que há um sinal; a evidência mostra onde está escrito.

Glossário

TermoO que significa
CNJO número único do processo, padrão do Conselho Nacional de Justiça.
TRT-1Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (Rio de Janeiro), onde está quase toda a carteira.
IDPJIncidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica — quando se pede que sócios ou empresas do grupo respondam pela dívida.
Grupo econômicoCNPJs vinculados que a Justiça do Trabalho pode colocar no polo passivo mesmo sem vínculo societário direto.
Red flagPadrão que sinaliza processo crítico (por texto, valor ou tipo de causa).
Inteiro teorA integralidade possível do processo entregue pela Judit: snapshot, índice de peças, arquivos e texto extraído quando houver camada textual. Na tela, isso é tratado como escala de profundidade, não como sim/não.
Listagem de certidõesA fonte de origem dos 1.288 CNJs. Tem o número e o agrupamento, não o conteúdo.

Limites conhecidos, ditos na cara

• O Copilot enxerga linha do tempo e textos em profundidades diferentes. Perguntas de situação processual usam capa e andamentos; perguntas de mérito dependem de peças com texto extraído. Quando o processo está apenas em listagem, Judit estruturado ou captura paga sem texto, a resposta deve assumir lacuna, não inferir o conteúdo da peça.
• Advogado aparece onde a fonte estruturada trouxe patronos; a concentração por advogado cobre a fatia já estruturada, não necessariamente os 1.288 em igual profundidade.
• IDPJ em zero num processo significa “não detectado no que temos”, não “não existe”.
• Documentos (PDF): uma parte está guardada aqui, outra está só indexada e outra depende de OCR. Para as peças com bytes, a ficha abre o arquivo; para as peças com texto, o Copilot pode pesquisar; para as peças sem camada textual, a base preserva o arquivo, mas ainda precisa OCR para inteligência semântica. Não há link para o PJe porque o tribunal não informa a URL e o PJe só abre para advogado habilitado nos autos.
• Notificação por e-mail cobre a carteira inteira; escolhe-se o tipo de novidade, não quais processos.
• Quando a IA está fora do ar, o Copilot ainda responde sobre a base carregada: contagens, valores, sinais e publicações do DJEN vêm do estado atual, não de texto pronto. Pergunta sem correspondência explica qual recorte falta, em vez de responder outro assunto.
• Processos em segredo de justiça entram normalmente quando há autorização de acesso; a etiqueta continua visível para lembrar que o conteúdo exige cuidado de reprodução e auditoria.

⚙Admin

Quem tem acesso ao painel

Contas que conseguem entrar. Aqui você pode criar conta, redefinir senha, promover/rebaixar e remover. Duas coisas o servidor recusa, de propósito: remover a sua própria conta e deixar o painel sem nenhum admin — nos dois casos ninguém conseguiria voltar a entrar, porque não há auto-cadastro.

Carregando acessos…

Chaves de integração

Usar as suas próprias chaves (BYOK)

Cada integração pode rodar com a chave da Pareto ou com a sua. Com a sua, o consumo é cobrado direto na sua conta com o fornecedor, e você vê o gasto no painel dele.
A chave é conferida no envio, antes de ser guardada: se o fornecedor recusar, ela não é salva e a tela diz o motivo — em vez de o erro aparecer de madrugada dentro de uma coleta. A conferência não gasta nada (o custo de cada uma está escrito ao lado).
O valor é guardado cifrado e nunca volta para a tela: você vê só os quatro últimos caracteres. E o comportamento quando falta chave é deliberado: com “usar a minha chave” ligado e a credencial ausente ou inválida, a integração para em vez de voltar a consumir a conta da Pareto — travar produz um erro visível, o outro caminho produz uma fatura que ninguém decidiu.

Carregando integrações…

Notificações por e-mail

Quem recebe as novidades por e-mail

Cadastre os membros da equipe (jurídico, gestão) que devem ser avisados por e-mail quando houver novidade no monitoramento. Cada pessoa escolhe o que quer receber: novos processos, novas movimentações e/ou flags de risco. Você pode ativar/desativar sem apagar o cadastro.

Escopo: todos os processos do grupo
O aviso cobre a carteira inteira (1.288 processos) — não há como escolher processos específicos por destinatário. O que dá para escolher é o tipo de novidade (as caixas abaixo). Se a seleção por processo passar a ser necessária, é mudança de banco: ver docs/adr/0015-notificacao-por-processo.md.

Carregando destinatários…

Adicionar / atualizar destinatário

Informe nome e e-mail. Reenviar um e-mail já cadastrado atualiza as preferências dessa pessoa.